A mulher mais bonita do Estado receberá a faixa e a coroa nesta sexta-feira, com a realização do Miss Rio Grande do Norte 2015, às 20h, no Centro de Convenções, Via Costeira. entre as candidatas está a Riachuelense Rosália Medeiros . Pela passarela vão desfilar 25 garotas, representando seus respectivos municípios. A escolhida representará o RN no maior concurso de beleza do país, o Miss Brasil Universo. O evento é realizado há 60 anos.
A noitada vai exibir tudo aquilo que o público dos concursos de Miss gostam de ver: as candidatas surgirão para o tradicional desfile de abertura, o desfile casual com assinatura da Estrela Viva, além da moda praia da Matersol, e o grande momento da noite, o esperado traje de gala com vestidos da estilista mineira Raquel de Queiroz. A coordenação é da Tráfego Models.
Desde a semana anterior ao concurso, as candidatas já estão circulando por vários pontos da cidade, passando por lugares como a Arena das Dunas, participando de almoços e jantares, visitando estúdios de televisão e redações de jornais, concedendo entrevistas e, é claro, ensaiando bastante as coreografias para a noite decisiva. Os ensaios são com Rico Bezerra, profissional que tem uma vasta experiência no ramo e já trabalhou por 17 anos na equipe do Miss Brasil.
Serviço:
Miss Brasil RN 2015.
Sexta-feira, às 20h, no Centro de Convenções, Via Costeira.
Vendas na Ônix Semi-Joias (Midway Mall).
Tel.: 3611-3644.
Tribuna do Norte
sexta-feira, 17 de julho de 2015
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Câmara rejeita PEC da redução de maioridade penal
Depois de um dia tumultuado, com protestos dentro e fora do Congresso Nacional, a Câmara dos Deputados rejeitou na madrugada de hoje o texto principal da PEC 171, que reduziria a maioridade penal de 18 para 16 anos para alguns crimes. Foram apenas 303 votos a favor. Como se tratava de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), eram necessários 308 votos. Um total de 184 deputados foram contrários à redução. Três se abstiveram. Favorável à redução, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), determinou que os manifestantes fossem retirados das galerias.
O texto discutido na Câmara reduziria de 18 para 16 anos a maioridade penal para crimes hediondos, homicídio doloso, tráfico de drogas, lesão corporal grave ou seguida de morte e roubo com causa de aumento de pena, como o uso de arma. O governo quer que o prazo máximo de internação de menores que cometem crimes hediondos passe de três para oito anos. A proposta tramita no Senado, que começou a discutir o tema em plenário na sessão de ontem.
O texto rejeitado era um substitutivo apresentado na comissão especial que discutiu o tema. Com a rejeição, os deputados votarão o texto original, que determina a redução da maioridade penal para todos os tipos de crime.
A sessão, que durou cerca de cinco horas, foi marcada por discussões acaloradas. "Reduzir a maioridade penal aumenta a violência na sociedade. Não diminui. É ineficaz", afirmou Valente. "Não somos vingadores. Somos legisladores. Temos que garantir o futuro da nossa juventude. O mesmo Estado que não acolhe, que não dá educação, cultura, lazer, não pode ser o Estado da punição", disse Ivan Valente (PSOL-SP).
Integrante da chamada "bancada da bala", o deputado Alberto Fraga (DEM-DF), coronel da reserva da Polícia Militar, criticou texto escrito pelo grupo parlamentar contrário à redução da maioridade penal. "Quem escreveu isso aqui ou fumou maconha estragada ou não sabe o que diz", afirmou da tribuna o deputado.
Ao concluir seu discurso, Fraga foi alvo de manifestação de estudantes que acompanham a sessão nas galerias do plenário. Outros deputados da "bancada da bala", todos vestindo camisetas pretas onde se lê "redução da maioridade penal já", reagiram. O Capitão Augusto (PR-SP) olhou para os manifestantes e friccionou os dedos insinuando recebimento de dinheiro.
Concluída a votação, manifestantes comemoraram a rejeição cantando "O Cunha é ditador", "Nas ruas, nas praças, quem disse que sumiu, aqui está presente o movimento estudantil". Contrário à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou ontem que a medida deve fazer a população carcerária do País aumentar em até 40 mil pessoas por ano, o que agravaria ainda mais o déficit de vagas do sistema prisional brasileiro. Atualmente, faltam 220 mil vagas nos presídios para abrigar os 607 mil presos do País.
O governo tentou durante todo o dia impedir que o grupo de parlamentares favorável à alteração na Constituição atingisse os 308 votos necessários para garantir a mudança. A ação do governo começou pela manhã. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, convocou reunião com líderes de partidos da base do governo para apresentar argumentos contrários à redução. Segundo ele, se a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) for aprovada, a situação do sistema prisional brasileiro ficaria "catastrófica". "A situação será alarmante. As consequências serão desastrosas para o País", afirmou. O ministro lembrou o déficit de prisões. "Temos presídios completamente superlotados. A taxa de ocupação chega a 160% e há mais de 400 mil mandados de prisão a serem cumpridos. Temos necessidade de um outro sistema prisional."
Bomba atômica
Cardozo disse que o governo entregará, no fim deste ano, 40 mil vagas prometidas pela presidente Dilma Rousseff em 2011. Ou seja, o governo levou quatro anos para oferecer o número de vagas que seriam necessárias em um ano se a redução da maioridade for aprovada. "Isso é uma bomba atômica para o sistema prisional dos Estados", disse o ministro da Justiça. "Há momentos em que o governo não pode deixar de informar que o caminho é desastroso." A pesquisa sobre sistema prisional que Cardozo afirmou ter distribuído para deputados e senadores indica ainda que detentos têm nível de contaminação por HIV 60 vezes maior do que quem está em liberdade.
Diário do Grande ABC
O texto discutido na Câmara reduziria de 18 para 16 anos a maioridade penal para crimes hediondos, homicídio doloso, tráfico de drogas, lesão corporal grave ou seguida de morte e roubo com causa de aumento de pena, como o uso de arma. O governo quer que o prazo máximo de internação de menores que cometem crimes hediondos passe de três para oito anos. A proposta tramita no Senado, que começou a discutir o tema em plenário na sessão de ontem.
O texto rejeitado era um substitutivo apresentado na comissão especial que discutiu o tema. Com a rejeição, os deputados votarão o texto original, que determina a redução da maioridade penal para todos os tipos de crime.
A sessão, que durou cerca de cinco horas, foi marcada por discussões acaloradas. "Reduzir a maioridade penal aumenta a violência na sociedade. Não diminui. É ineficaz", afirmou Valente. "Não somos vingadores. Somos legisladores. Temos que garantir o futuro da nossa juventude. O mesmo Estado que não acolhe, que não dá educação, cultura, lazer, não pode ser o Estado da punição", disse Ivan Valente (PSOL-SP).
Integrante da chamada "bancada da bala", o deputado Alberto Fraga (DEM-DF), coronel da reserva da Polícia Militar, criticou texto escrito pelo grupo parlamentar contrário à redução da maioridade penal. "Quem escreveu isso aqui ou fumou maconha estragada ou não sabe o que diz", afirmou da tribuna o deputado.
Ao concluir seu discurso, Fraga foi alvo de manifestação de estudantes que acompanham a sessão nas galerias do plenário. Outros deputados da "bancada da bala", todos vestindo camisetas pretas onde se lê "redução da maioridade penal já", reagiram. O Capitão Augusto (PR-SP) olhou para os manifestantes e friccionou os dedos insinuando recebimento de dinheiro.
Concluída a votação, manifestantes comemoraram a rejeição cantando "O Cunha é ditador", "Nas ruas, nas praças, quem disse que sumiu, aqui está presente o movimento estudantil". Contrário à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou ontem que a medida deve fazer a população carcerária do País aumentar em até 40 mil pessoas por ano, o que agravaria ainda mais o déficit de vagas do sistema prisional brasileiro. Atualmente, faltam 220 mil vagas nos presídios para abrigar os 607 mil presos do País.
O governo tentou durante todo o dia impedir que o grupo de parlamentares favorável à alteração na Constituição atingisse os 308 votos necessários para garantir a mudança. A ação do governo começou pela manhã. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, convocou reunião com líderes de partidos da base do governo para apresentar argumentos contrários à redução. Segundo ele, se a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) for aprovada, a situação do sistema prisional brasileiro ficaria "catastrófica". "A situação será alarmante. As consequências serão desastrosas para o País", afirmou. O ministro lembrou o déficit de prisões. "Temos presídios completamente superlotados. A taxa de ocupação chega a 160% e há mais de 400 mil mandados de prisão a serem cumpridos. Temos necessidade de um outro sistema prisional."
Bomba atômica
Cardozo disse que o governo entregará, no fim deste ano, 40 mil vagas prometidas pela presidente Dilma Rousseff em 2011. Ou seja, o governo levou quatro anos para oferecer o número de vagas que seriam necessárias em um ano se a redução da maioridade for aprovada. "Isso é uma bomba atômica para o sistema prisional dos Estados", disse o ministro da Justiça. "Há momentos em que o governo não pode deixar de informar que o caminho é desastroso." A pesquisa sobre sistema prisional que Cardozo afirmou ter distribuído para deputados e senadores indica ainda que detentos têm nível de contaminação por HIV 60 vezes maior do que quem está em liberdade.
Diário do Grande ABC
Eurogrupo analisará o novo pedido de ajuda financeira de Atenas
O Eurogrupo analisará o novo pedido de ajuda financeira de Atenas, depois que a Grécia entrou em default com o Fundo Monetário Internacional (FMI), ainda nesta quarta-feira (1º/7), no início da tarde (horário de Brasília).
Uma reunião por teleconferência dos ministros das Finanças da Zona do Euro para discutir a crise na Grécia, prevista para esta manhã foi retardada para as 17h30 (12h30 de Brasília), anunciou o porta-voz do presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem.
"A pedido de vários ministros, a teleconferência do Eurogrupo de hoje (1º/7) começará às 17h30", anunciou no Twitter o porta-voz do Eurogrupo, Michel Reijns.
A manchete do jornal espanhol El Páis desta quarta-feira, (1º /7) é sobre a reunião do Eurogrupo para tratar da situação da Grécia. Segundo o jornal, na crônica de uma falência anunciada, Grécia chocou a Europa nesta terça-feira (30) com um movimento inesperado. Primeiro-Ministro Alexis Tsipras pediu, em desespero, pediu um terceiro plano de resgate, enquanto se chega a um acordo, para alívio da dívida. O Eurogrupo não aceitou a proposta da Grécia. Parceiros da zona do euro não vêem possibilidade de prorrogação do prazo de pagamento e querem aguardar o resultado do referendo no domingo (5/7) para começar a discutir nova ajuda. Atenas prometeu enviar uma nova proposta, que o Eurogrupo vai examinar novamente nesta quarta-feira (1/7) à tarde (horário de Bruxelas). A Grécia consegue assim deter o relógio pelo menos por algumas horas, mas está enfrentando uma situação explosiva.
Jornal do Brasil
Uma reunião por teleconferência dos ministros das Finanças da Zona do Euro para discutir a crise na Grécia, prevista para esta manhã foi retardada para as 17h30 (12h30 de Brasília), anunciou o porta-voz do presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem.
"A pedido de vários ministros, a teleconferência do Eurogrupo de hoje (1º/7) começará às 17h30", anunciou no Twitter o porta-voz do Eurogrupo, Michel Reijns.
A manchete do jornal espanhol El Páis desta quarta-feira, (1º /7) é sobre a reunião do Eurogrupo para tratar da situação da Grécia. Segundo o jornal, na crônica de uma falência anunciada, Grécia chocou a Europa nesta terça-feira (30) com um movimento inesperado. Primeiro-Ministro Alexis Tsipras pediu, em desespero, pediu um terceiro plano de resgate, enquanto se chega a um acordo, para alívio da dívida. O Eurogrupo não aceitou a proposta da Grécia. Parceiros da zona do euro não vêem possibilidade de prorrogação do prazo de pagamento e querem aguardar o resultado do referendo no domingo (5/7) para começar a discutir nova ajuda. Atenas prometeu enviar uma nova proposta, que o Eurogrupo vai examinar novamente nesta quarta-feira (1/7) à tarde (horário de Bruxelas). A Grécia consegue assim deter o relógio pelo menos por algumas horas, mas está enfrentando uma situação explosiva.
Jornal do Brasil
quinta-feira, 25 de junho de 2015
Lula pede à Justiça para desconsiderar pedido de habeas corpus a seu favor
O Instituto Lula divulgou nota nesta quinta-feira esclarecendo que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer que a Justiça Federal desconsidere o pedido de habeas corpus feito pelo consultor de Campinas Maurício Ramos Thomaz em um processo da Operação Lava Jato. Segundo a nota, o ex-presidente já instruiu seus advogados para que ingressem nos autos e requeiram expressamente o não conhecimento do habeas corpus.
O Instituto Lula informou que foi informado da existência do habeas corpus pela imprensa. "Não sabemos no momento se esse ato foi feito por algum provocador para gerar um factoide”, diz a nota, acrescentando que estranha que a notícia tenha sido divulgado pelas contas do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) nas redes sociais.
Justiça já negou pedido
O desembargador federal João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), responsável por julgar processos da Operação Lava Jato no órgão, negou nesta quinta-feira (25) o habeas corpus preventivo em favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O habeas foi ajuizado pelo consultor Maurício Ramos Thomaz, de Campinas (SP), e não pelo político, com o objetivo de proteger o ex-presidente. Segundo o autor, Lula estaria na iminência de ser preso preventivamente, o que seria, conforme a petição, “coação ilegal”.
Segundo o desembargador, “não existe qualquer fundamento legal para a pretensão”. Para Gebran, o “autor popular não traz qualquer informação concreta sobre aquilo que imagina ser uma ameaça ao direito de ir e vir do paciente”.
“Cuida-se apenas de aventura jurídica que em nada contribui para o presente momento, talvez prejudicando e expondo o próprio ex-presidente, vez que o remédio constitucional (habeas corpus preventivo) foi proposto à sua revelia”, avaliou o magistrado. Gebran frisou que o autor usou em sua petição notícias de jornais, revistas e portais de informação, que “não servem como fundamento”.
O magistrado finaliza sua decisão declarando que a petição será enviada ao Ministério Público Federal (MPF) “para adoção de providências cabíveis”, tendo em vista que o autor usou linguagem “imprópria, vulgar e chula, inclusive ofendendo a honra de várias pessoas nominadas na inicial”. Thomaz refere-se ao juiz Sérgio Moro com expressões como “hitleriano”, definindo o magistrado como “moralmente deficiente”. Refere ainda que Moro teria “fraudado a sentença de Nestor Cerveró”.
Gebran decretou segredo de Justiça por 48 horas, devido ao excesso de consultas ao Portal do TRF4 relativas a esse habeas corpus, o que está prejudicando o sistema processual eletrônico do tribunal.
Autor do habeas diz que tem fixação por processos jurídicos
O autor do habeas corpus para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não seja preso na Operação Lava Jato, Maurício Ramos Thomaz, morador de Campinas (SP), diz que não é advogado, mas tem fixação por processos jurídicos. Em entrevista ao site G1, ele disse que a ideia de apresentar o habeas corpus surgiu depois de uma conversa com um amigo, que lhe perguntou se Lula tinha chances de ser preso. Então, ele decidiu tomar providências para tentar evitar que isso aconteça.
"Fico acompanhando processos que acho 'aberrantes'. Não tem prova nenhuma contra ele [Lula]. Fiz esse habeas corpus pedindo que não seja preso, simples. Não tenho restrição ética, não tenho OAB", afirmou Maurício ao G1.
Ele disse ainda que é consultor jurídico, apesar da falta de diploma, porque amigos o procuram para debater sobre processos. Segundo Thomaz, o registro do habeas corpus foi feito entre segunda (22) e terça-feira (23). "Redigi rapidamente, enviei por e-mail e uma cópia pelo correio, como deve ser", explicou.
O pedido chegou ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, e se tornou de conhecimento público nesta quinta, depois que o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) divulgou a informação em sua conta no Twitter. Segundo a assessoria do TRF-4, qualquer cidadão tem o direito de acionar a Justiça para obter um habeas corpus em favor de qualquer pessoa.
Fonte: Jornal do Brasil
O Instituto Lula informou que foi informado da existência do habeas corpus pela imprensa. "Não sabemos no momento se esse ato foi feito por algum provocador para gerar um factoide”, diz a nota, acrescentando que estranha que a notícia tenha sido divulgado pelas contas do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) nas redes sociais.
Justiça já negou pedido
O desembargador federal João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), responsável por julgar processos da Operação Lava Jato no órgão, negou nesta quinta-feira (25) o habeas corpus preventivo em favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O habeas foi ajuizado pelo consultor Maurício Ramos Thomaz, de Campinas (SP), e não pelo político, com o objetivo de proteger o ex-presidente. Segundo o autor, Lula estaria na iminência de ser preso preventivamente, o que seria, conforme a petição, “coação ilegal”.
Segundo o desembargador, “não existe qualquer fundamento legal para a pretensão”. Para Gebran, o “autor popular não traz qualquer informação concreta sobre aquilo que imagina ser uma ameaça ao direito de ir e vir do paciente”.
“Cuida-se apenas de aventura jurídica que em nada contribui para o presente momento, talvez prejudicando e expondo o próprio ex-presidente, vez que o remédio constitucional (habeas corpus preventivo) foi proposto à sua revelia”, avaliou o magistrado. Gebran frisou que o autor usou em sua petição notícias de jornais, revistas e portais de informação, que “não servem como fundamento”.
Gebran decretou segredo de Justiça por 48 horas, devido ao excesso de consultas ao Portal do TRF4 relativas a esse habeas corpus, o que está prejudicando o sistema processual eletrônico do tribunal.
Autor do habeas diz que tem fixação por processos jurídicos
O autor do habeas corpus para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não seja preso na Operação Lava Jato, Maurício Ramos Thomaz, morador de Campinas (SP), diz que não é advogado, mas tem fixação por processos jurídicos. Em entrevista ao site G1, ele disse que a ideia de apresentar o habeas corpus surgiu depois de uma conversa com um amigo, que lhe perguntou se Lula tinha chances de ser preso. Então, ele decidiu tomar providências para tentar evitar que isso aconteça.
"Fico acompanhando processos que acho 'aberrantes'. Não tem prova nenhuma contra ele [Lula]. Fiz esse habeas corpus pedindo que não seja preso, simples. Não tenho restrição ética, não tenho OAB", afirmou Maurício ao G1.
Ele disse ainda que é consultor jurídico, apesar da falta de diploma, porque amigos o procuram para debater sobre processos. Segundo Thomaz, o registro do habeas corpus foi feito entre segunda (22) e terça-feira (23). "Redigi rapidamente, enviei por e-mail e uma cópia pelo correio, como deve ser", explicou.
O pedido chegou ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, e se tornou de conhecimento público nesta quinta, depois que o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) divulgou a informação em sua conta no Twitter. Segundo a assessoria do TRF-4, qualquer cidadão tem o direito de acionar a Justiça para obter um habeas corpus em favor de qualquer pessoa.
Fonte: Jornal do Brasil
PM apreende 28 motocicletas na zona Norte de Natal
A Polícia Militar do Rio Grande do Norte (PMRN), por meio do Comando de Polícia Rodoviária Estadual (CPRE), tem intensificado as abordagens a veículos, principalmente as motocicletas, pela Operação Motociclo. Na manhã desta quarta-feira (24), em mais uma operação, os policiais conseguiram apreender, na zona Norte de Natal, 28 motocicletas e ciclomotores, que foram recolhidos ao pátio do Detran-RN. Durante a manhã, 93 veículos foram abordados, sendo que 28 estavam irregulares, e foram feitos 32 autos de infrações.
A Operação Motociclo tem o objetivo de reduzir a quantidade de condutores irregulares nas vias públicas, em especial nas rodovias estaduais, com a finalidade de aumentar a segurança e inibir a ação de criminosos.
Desemprego volta a subir e chega a 6,7% em maio, a maior para o mês desde 2010
A taxa de desemprego ficou em 6,7% em maio, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do IBGE, que inclui dados de seis regiões metropolitanas (Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Porto Alegre). É maior taxa para o mês desde 2010, quando foi de 7,5%. Em abril, a taxa já havia subido de 6,2% em março para 6,4%, a maior desde maio de 2011. Em maio de 2014, a taxa foi de 4,9%.
O resultado veio acima das previsões do mercado. Segundo a média das estimativas de 27 economistas ouvidos pela agência Bloomberg, a projeção era de que o desemprego em maio chegasse a 6,6%. Mas o IBGE informa que considera estabilidade a elevação de 0,2 ponto percentual de abril para maio.
O rendimento médio real caiu 1,9% em relação a abril, para R$ 2.117,10. Na comparação com maio do ano passado, a queda foi de 5%.
A população desocupada avançou 4,8% frente a abril, o que também é considerado estabilidade pelo IBGE, e em relação a maio de 2014, 38,5%. Significa que, em um ano, 454 mil pessoas passaram a fazer parte da população desocupada.
O número de trabalhadores com carteira assinada diminuiu em 213 mil em relação a maio do ano passado, o que significa uma queda de 1,8%. Em comparação a abril, houve alta de 0,2%, também considerada estabilidade.
AUMENTO EM QUATRO REGIÕES
Quatro das seis regiões metropolitanas (Recife, Belo Horizonte, São Paulo e Porto Alegre) tiveram alta na taxa de desemprego na passagem entre abril e maio, embora o IBGE considere que as variações nas seis regiões não foram estatisticamente significativas.
Na comparação com maio de 2014, no entanto, houve avanço expressivo nas taxas. Em Porto Alegre, o desemprego quase dobrou, de 3% para 5,6%. Em Salvador avançou de 9,2% para 11,3%, enquanto em Belo Horizonte a taxa passou de 3,8% para 5,7%.
Na região metropolitana de São Paulo, o desemprego passou de 5,1% para 6,9%, enquanto no Rio o aumento foi de 3,4% para 5%. Recife registrou variação da taxa de desemprego de 7,2% para 8,5%. "Na comparação com maio de 2014, houve variações significativas em todas as regiões", apontou o IBGE.
Agência Brasil
O resultado veio acima das previsões do mercado. Segundo a média das estimativas de 27 economistas ouvidos pela agência Bloomberg, a projeção era de que o desemprego em maio chegasse a 6,6%. Mas o IBGE informa que considera estabilidade a elevação de 0,2 ponto percentual de abril para maio.
O rendimento médio real caiu 1,9% em relação a abril, para R$ 2.117,10. Na comparação com maio do ano passado, a queda foi de 5%.
A população desocupada avançou 4,8% frente a abril, o que também é considerado estabilidade pelo IBGE, e em relação a maio de 2014, 38,5%. Significa que, em um ano, 454 mil pessoas passaram a fazer parte da população desocupada.
O número de trabalhadores com carteira assinada diminuiu em 213 mil em relação a maio do ano passado, o que significa uma queda de 1,8%. Em comparação a abril, houve alta de 0,2%, também considerada estabilidade.
AUMENTO EM QUATRO REGIÕES
Quatro das seis regiões metropolitanas (Recife, Belo Horizonte, São Paulo e Porto Alegre) tiveram alta na taxa de desemprego na passagem entre abril e maio, embora o IBGE considere que as variações nas seis regiões não foram estatisticamente significativas.
Na comparação com maio de 2014, no entanto, houve avanço expressivo nas taxas. Em Porto Alegre, o desemprego quase dobrou, de 3% para 5,6%. Em Salvador avançou de 9,2% para 11,3%, enquanto em Belo Horizonte a taxa passou de 3,8% para 5,7%.
Na região metropolitana de São Paulo, o desemprego passou de 5,1% para 6,9%, enquanto no Rio o aumento foi de 3,4% para 5%. Recife registrou variação da taxa de desemprego de 7,2% para 8,5%. "Na comparação com maio de 2014, houve variações significativas em todas as regiões", apontou o IBGE.
Agência Brasil
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