O ato criminoso e rasteiro foi presenciado por centenas de praticantes de MMN do Acre, convidados para uma reunião que teve como pauta informar sobre o andamento do processo no TJAC, esclarecer dúvidas acerca do bloqueio aos escritórios virtuais e apresentar a proposta de criação da Associação Acreana de MMN.
O evento foi organizado pelo líder Shawke Lira e contou também com a participação de um seleto corpo de advogados representados pelo Dr. Roberto Duarte Júnior.
Apesar da organização ter alugado e pago antecipadamente pelo uso do auditório da Escola Estadual Armando Nogueira, a reunião, que contou com a participação de mais de 800 pessoas, teve que ser realizada ao ar livre e com estrutura de som improvisada. Essa foi a alternativa encontrada, uma vez que os portões e o auditório simplesmente estavam trancados, segundo informações, por determinação do Secretário de Estado de Educação, que proibiu a realização do evento nas dependências da escola.
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