PMDB e PT admitem a possibilidade de apoiar Carlos para o governo. Um terceiro forte partido, o PSB, de Wilma de Faria, não seria problema para Carlos Eduardo, já que ele “neutralizaria” uma possível candidatura de Wilma, entregando a prefeitura a ela, que é sua vice.
Entretanto, a candidatura de Carlos Eduardo ao governo do Estado enfrenta um grande “dilema”. É que, para se candidatar, Carlos Eduardo terá que renunciar ao cargo em março do ano que vem, conforme manda a legislação eleitoral.
O objetivo da renúncia é a desincompatibilização prevista pela norma eleitoral, que diz que chefes de executivo que disputarão cargos majoritários – que não a reeleição - devem renunciar aos respectivos cargos com oito ou seis meses de antecedência da eleição.
O “dilema” é o risco de Carlos Eduardo entregar a prefeitura e perder a eleição para governador. Mas, pelo visto, pelas conversas, e pela articulação, o prefeito não estaria com tanto receio assim. Será?
Visor Político-Alex Viana
.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário