“Foi uma vitória relevante do governo”, resumiu o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP). Por trás da vitória governista, há também uma mudança de postura por parte da presidenta. Nas últimas semanas, Dilma rompeu o silêncio e o isolamento para receber líderes e presidentes de partidos que integram sua base de apoio na Câmara e no Senado. O Executivo também se comprometeu a liberar, neste mês, um volume recorde de recursos do orçamento para o pagamento das emendas parlamentares. Segundo levantamento feito pela Folha de S. Paulo, o Executivo autorizou a liberação de R$ 2 bilhões para atender a reivindicações de deputados e senadores.
A relação de Dilma com seus aliados no Congresso vinha estremecida. Integrantes da base se queixavam por não serem recebidos pela presidenta e pela dificuldade na liberação de recursos para suas bases eleitorais. Insatisfações que, ao menos por enquanto, o governo parece ter contornado.
O Centro de Informática e Processamento de Dados do Senado Federal (Prodasen) ainda não divulgou os resultados de como os congressistas votaram em cada caso na sessão que analisou os vetos presidenciais. Ainda não há previsão para que essas informações sejam publicadas.
Fonte: Jornal O NORTÃO
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